sábado, 29 de dezembro de 2012

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http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/2012/03/26/brasil-investe-pouco-na-producao-de-conteudo-digital/


MiniCom regulamenta o Canal da Cidadania da TV digital


Será permitido o uso da multiprogramação, aabrindo espaço para prefeituras, estados e associações comunitárias.

O Ministério das Comunicações regulamentou, nesta quarta-feira (19), o funcionamento do Canal da Cidadania, previsto no decreto de implantação da TV digital. O objetivo é dar espaço à produção das próprias comunidades e divulgar os atos dos poderes locais, como prefeituras, câmaras de vereadores e assembleias legislativas. Para isso, será permitida o uso da multiprogramação em quatro faixas de conteúdo.

O primeiro passo para o funcionamento do canal é o pedido de outorga, que pode ser feito por municípios interessados até 18 meses após a publicação da norma. Depois desse prazo, estados poderão solicitar a autorização para explorar o canal ao MiniCom. Após a conclusão desses processos de outorga, o Ministério das Comunicações vai abrir avisos de habilitação para selecionar as associações comunitárias, que ficarão responsáveis pela programação em cada localidade.

“As associações comunitárias já tinham conseguido espaço na TV por assinatura e na rádios comunitárias. Agora, com o Canal da Cidadania, elas poderão veicular programação também na TV digital aberta e gratuita. É uma conquista importante também para a sociedade”, afirma o diretor de Avaliação e Acompanhamento de Outorgas do MiniCom, Octavio Pieranti.

A norma que regulamenta o Canal da Cidadania passou por consulta pública em março deste ano.  Entre os princípios do canal destacam-se a formação crítica para o exercício da cidadania e da democracia; a promoção da diversidade de gênero, étnico-racial, cultural e social; o diálogo entre as múltiplas identidades do país; o fomento à produção audiovisual independente, local e regional; a prestação de serviços de utilidade pública e a promoção de programas de finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.(Da redação, com assessoria de imprensa)

Ministro fala em subsídio para compra de TV digital


http://veja.abril.com.br/noticia/economia/ministro-fala-em-subsidio-para-compra-de-tv-digital

Para Paulo Bernardo, das Comunicações, se não houver uma ação forte do governo, meta de digitalização até 2016 vai atrasar

Paulo Bernardo Silva, ministro da Comunicações
Paulo Bernardo Silva, ministro da Comunicações (Valter Campanato/ABr)
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que está em análise a possibilidade de conceder subsídios para que as famílias possam adquirir aparelhos digitais ou conversores (set-top box), e assim substituir as transmissões pelo sistema antigo, o analógico. "Precisamos acelerar a digitalização, e se não houver uma ação forte do governo, a meta de 2016 vai atrasar", disse Bernardo. 
O estímulo para que famílias modernizem seus equipamentos de TV não é inédito. Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo chegou a distribuir aparelhos quando decidiu utilizar apenas a TV digital. "E lá, a TV aberta nem é tão importante quanto no Brasil", observou o ministro.
O governo também estuda medidas de incentivo para que as emissoras acelerem a digitalização. "Vamos precisar de medidas fortes", disse Bernardo, sem antecipar o que será feito. O problema está nos cerca de 500 municípios que utilizam a frequência de 700 megahertz (MHz), e que concentram perto de 80% da população brasileira. O governo quer que eles transmitam apenas sinais digitais, o que abriria espaço para licitar a faixa para a banda larga móvel de quarta geração (4G).
Essa é apenas uma das mudanças tecnológicas em curso que, na visão do ministro, ajudarão a elevar os investimentos do setor em 2013. Num momento em que despertar o "espírito animal" do empresariado é prioridade da presidente Dilma Rousseff, Bernardo avalia que o setor de telecomunicações deu uma contribuição importante.
As empresas investiram de 12% a 13% mais em 2012 do que no ano passado, e é possível que o volume chegue perto de 25 bilhões de reais. Se confirmada essa cifra, será batido o recorde de 2001, ano de privatizações, quando os investimentos chegaram a 24,2 bilhões de reais.
Outro setor que vai intensificar investimentos no ano que vem é o que utiliza comunicação máquina a máquina. São serviços como monitoramento de veículos e câmeras de segurança por chip, que deverão decolar porque o Congresso Nacional aprovou recentemente a desoneração tributária das ligações entre chip e central. Falta a edição de um decreto, que deverá ficar pronto no primeiro trimestre de 2013.
Haverá investimentos fortes também na construção da infraestrutura para a telefonia 4G. A meta é que o serviço seja oferecido no ano que vem nas seis cidades-sede da Copa das Confederações, mas a expectativa é que ele chegue a sete ou oito capitais, incluindo São Paulo. 
(com Estadão Conteúdo)
Economia
28/12/2012 - 08:52

domingo, 12 de agosto de 2012

A CIBERCULTURA E SEU ESPELHO: Campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa

A presente obra reúne artigos sobre temáticas centrais da cena social, política, cultural, econômica e tecnológica contemporânea ligadas ao fenômeno transnacional da cibercultura, a fase do capitalismo pós-industrial fincada emmedia e redes interativos.

Dividida em cinco macrosseções temáticas, a coletânea se articula nas áreas de Comunicação, Ciência da Informação, Filosofia, Estética, Semiótica, Política, Antropologia, Sociologia e Artes, para apreender, ao seu modo, o estado da arte da cibercultura, mediante tratamento teórico de platôs conceituais fundamentais da época: a cultura pós-massiva e a convergência digital, a questão democrática e a liberdade, os vetores espacial e temporal, a vida cotidiana e suas mediações, o imaginário, a subjetividade e a percepção, o corpo e a sociabilidade, a cognição e a autoria, a educação, a telepresença e a experiência de imersão, as redes sociais e a mobilidade, o jogo, a música e o consumo, e assim por diante. Cerzindo esses vórtices a contrapelo, a maioria dos textos aborda e/ou propõe a desconstrução da lógica da modernidade, de massa, e a reescritura de vários dos fatores mencionados, majoritariamente egressos dessa recente herança cultural.

Com tal foco na mudança dos paradigmas em curso, a obra possibilita a formação de uma visão abrangente a respeito das vicissitudes e aberturas do mundo tecnológico avançado, em especial no que concerne às macrorrelações entre media/redes interativos e reorganização da vida social; e contribui para a nucleação teórica, epistemológica e metodológica do novo campo interdisciplinar de conhecimento que a ABCiber - Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura, em seu objetivo institucional e intelectual, se propôs a organizar, fomentar, expandir e consolidar no Brasil.

Acessem: http://abciber.org/publicacoes/livro1/sumario/


Thalita Mantovani e Souza


Livros Labcom

Livros Labcom é um projeto editorial que disponibiliza em PDF todos os livros publicados pelo LabCom. Os interessados em obter a versão em papel destas edições poderão fazê-lo por encomenda. Podem consultar a lista com todos os livros.

Acessem: http://www.livroslabcom.ubi.pt/index.html


Thalita Mantovani e Souza

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sonhar TV: é possível?

http://www.sonhar.tv/

SONHAR TV é um movimento para discussão coletiva que visa refletir sobre o que seria uma hipotética televisão dos sonhos para a sociedade. Comprometido com profunda pesquisa dos agentes envolvidos na produção e consumo da televisão e suas propostas, o projeto pretende, a longo prazo, estimular uma nova maneira de compreender o meio e estimular o desenvolvimento de formatos televisivos inovadores.
Leia mais....clicando aqui

sexta-feira, 30 de março de 2012

Brasil investe pouco na produção de conteúdo digital

Publicação recém lançada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), traçando uma ampla radiografia da indústria criativa e conteúdos digitais, revela que, apesar do surgimento de muitas profissões relacionadas com as mídias digitais, ela ainda merece pouca atenção por parte do setor acadêmico no país.O que pode ser um erro estratégico. Segundo os pesquisadores do Ipea, a indústria de conteúdos digitais é uma indústria em desenvolvimento que, nos EUA, por exemplo, representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB) somente na indústria do entretenimento, sem incluir aí as possibilidades de negócios na área de educação a distância, cultura, saúde, cidadania ou serviços públicos digitais interativos.

Levantamento realizado pela equipe de pesquisa junto ao CNPq, usando as palavras-chaves internet, TV digital, TV digital interativos, dispositivos móveis, multiplataformas, EaD, videojogos, jogos digitais, convergência de mídias, mídias convergentes e governo eletrônico mostrou que – até novembro de 2011 – existiam no país 667 pesquisas em diferentes áreas do conhecimento. A saber:

Jornais Digitais – Essa plataforma tem apenas três (03) grupos de pesquisas no Brasil registrados no CNPq, sendo dois (02) na área de comunicação e um (01) na área de sociologia.

Revistas Digitais – A exemplo dos grupos de pesquisas sobre jornais digitais, o número de grupos de pesquisas sobre revistas digitais é muito baixo. Há apenas três grupos de pesquisa nessa temática no CNPq, sendo dois (02) na área de comunicação e um (01) de ciências politicas.

Videojogos – Plataforma tecnológica que está inserida na sociedade desde os anos 50 do século XX, os videojogos/videogames são parte da indústria do entretenimento e jogados em todo o país, mas os estudos dedicados a essa temática ainda são poucos no CNPq. Há apenas seis (06) projetos nessa área, sendo dois (02) em comunicação, dois (02) em educação, um (01) em desenho industrial e um (01) em educação física.

Celulares – A plataforma telefone móvel, popularmente conhecido como celular, tem um numero considerável de grupos de pesquisa: quase a mesma quantidade que estudam a internet mediada por computadores, ocupando o segundo lugar das plataformas tecnológicas mais pesquisadas. Há 247 grupos de pesquisa no Brasil, mas nenhum desses grupos é da área de comunicação. A maioria dos grupos se concentra na área de ciências biológicas e, como os outros grupos de pesquisa, está principalmente no eixo Rio São-Paulo.

TV Digital – A plataforma TV digital possui 89 grupos de pesquisa. A maioria – 41 grupos – na área da computação, ou seja, são estudos focados na estrutura técnica da televisão digital e apenas 18 grupos são da área da comunicação. Outro aspecto importante da analise é que a maioria dos grupos está concentrada nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde foram contabilizados 34 grupos.

Cinema Digital – Existem apenas 18 grupos de pesquisa registrados no CNPq preocupados com essa plataforma tecnológica. Mais da metade dos grupos são da área de comunicação e os restantes estão divididos entre educação, ciências da computação, letras e artes.

Internet (computadores mediados por internet) – Entre as temáticas pesquisadas é a que possui mais grupos de estudos financiados pelo CNPq, somando 301 grupos de pesquisas. Destes apenas 38 grupos são da área de comunicação. A maioria dos projetos se concentra na área das ciências exatas (computação, física, química). Mais uma vez percebe-se a concentração das pesquisas no Rio de Janeiro e São Paulo, com 120 grupos de pesquisa.

Em busca realizada na Capes através do seu banco de teses e dissertações, foram encontrados 42.152 trabalhos sobre as temáticas celulares, internet, TV digital, jornal digital, em um videojogos, cinema digital e revista digital em difeServiços, Aplicativos e Conteúdos Digitais Multiplataformas… 151 rentes áreas do conhecimento. Desses, o maior número de teses e dissertações concentra-se na temática celulares, com 34.592 trabalhos, internet, com 6.599 e, em um terceiro lugar muito distante, as teses e dissertações sobre televisão digital, com 582 estudos. Essas teses e dissertações referem-se a todas as teses e dissertações disponibilizadas pela Capes, correspondentes ao período compreendido entre 1987 e 2010.

E não foi por falta de recursos financeiros.Um dos melhores exemplos de estímulo à pesquisa, produção e inovação em tecnologias digitais ocorreu no primeiro mandato do governo Lula, durante a definição do padrão brasileiro de TV digital. Naquele momento (2003-2006) as universidades e instituições (públicas e privadas) de pesquisa de todo país e cerca de 1.200 pesquisadores da graduação ao pós-doutorado foram estimulados a trabalhar coletivamente produzindo e compartilhando conhecimento. O próprio estudo do Ipea reconhece que, apesar das falhas no repasse de verbas – que acabaram por atrasar e inviabilizar alguns projetos –, o resultado foi a criação de novos polos de pesquisa tecnológica e produção de conhecimentos em capitais, no interior de estados (como São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em regiões que não possuíam tradição em pesquisa (Nordeste, como Pernambuco e Paraíba).

Mas hoje, mesmo quando se olha só para o segmento de TV Digital, segundo a pesquisadora Cosette Castro, que assina o capítulo 2, do quarto volume do estudo do Ipea, a falta de capacitação para as diferentes áreas de produção de conteúdos, serviços e aplicativos digitais para TV digital (com ou sem recursos interativos) é crítica. “Vai além do uso do middlware Ginga e suas possibilidades interativas. Engloba a sensibilização para a mudança do mundo analógico para o digital, para o fim das narrativas lineares e envolve todos os setores das emissoras”, diz.

O único projeto de capacitação para produção de conteúdos digitais interativos é voltado para pontos de cultura, TVs comunitárias, e ativistas sociais, e vem sendo desenvolvido pelo Laboratório Telemídia (PUC-Rio) em convênio com outras universidades do país. Os recursos e apoio são oriundos do Cmitê Gestor da Internet (CGI) para desenvolver IPTV e TV digital.Na opinião de Cosette “é necessário que haja ampliação do número de projetos de capacitação com caráter transdisciplinar envolvendo especialistas em desenvolvimento de software, em educação, comunicação e narrativas audiovisuais, design e engenharia. Esses cursos deveriam capacitar e atualizar profissionais do mercado e a comunidade”. Concordam?No mesmo volume (o quarto), no capítulo 3, Maria Cristina Gobbi traça um panorama do enisno da comunicação no Brasil. Vale ler. Explica, em parte, porque as áreas que mais pesquisam televisão digital no país são: ciências da computação (17%) e engenharia (16%) –os campos do conhecimento que vêm recebendo recursos sistemáticos do governo federal desde 2002, quando começaram as pesquisas tecnológicas para definir o padrão de TVD a ser escolhido no país.

Confira os quatro volumes do Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2011/2012
Volume 1 – Indicadores
Volume 2 – Flagrantes
Volume 3 – Memória
Volume 4 –Tendências

Caso não consiga baixar pelo site do IPEA baixe pelo nosso site:Volume 1, 2, 3 e 4

Fonte: IDGNOW

Disponível em: http://www.gingadf.com/blogGinga/?p=1818

Thalita Mantovani e Souza